Gernaide Cezar
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Uma saudade de seda
 
Preciso entender para sentir
Todos os meus propósitos
Como o dia que nasce
Dourado na luz da manhã
Sobre a vidraça que transcende
Quando decalca recordações
Vividas em um tempo pretérito
Na face surge uma emoção lúdica
Que ajusta o som num dia lindo
E canta quando uma aurora acontece
Molhada num orvalho tenso
Por uma saudade de ceda
Como se fosse abrindo
A porta das lembranças
Num silêncio quase feito
De um tempo trocado
Na indiferença à toa seguia
Pela porta entreaberta da vida
 


Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional. 
 
 
Gernaide Cezar
Enviado por Gernaide Cezar em 21/10/2019
Alterado em 22/10/2019


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