Gernaide Cezar
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Era o meu sonho

Sigo um caminho longo
Numa trilha quase vaga
Em forma de uma grande nódua
Que  encantava a imensa solidão
Tudo passava em plena harmonia
No sentido flexível de um tempo
Que  levava embora a eternidade
Deixando na esperança o acaso
Nada me devia ser tirado
Era como se amar morte fosse
Sem deixar lembrança alguma
Sinto que perdi todo o encanto
Que ainda batia no meu sonho
Via na noite um resto que sobrava
A brisa passava e me deixava acesa
No fundo mais fundo do meu passado
Maior do que o sonho que eu contava
Com certeza dentro de um outro sonho
Que já não era o meu





 
Gernaide Cezar
Enviado por Gernaide Cezar em 15/04/2019
Alterado em 18/04/2019


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