Gernaide Cezar
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Na estética da solidão
 
Na sombra do vento surge
A forma sensível da minha solidão
São imagens sensórias
Tocada na harmonia da falta
O momento lacra o fim da tarde
Numa estrada de um destino abstrato
No detalhe que cultiva a vida
Já não vejo o dia chegar
Parece que tudo está partindo
Vejo a beleza das formas solitárias
Num vazio que oscila
Em frente aos meus olhos sem tempo
Quero um encontro reservado comigo
Num estiloso diálogo visceral
Para dissecar os meus sentimentos
E dilatar a emoção nua
Que inerte trafega na luz que passou
Pela revolta dos inocentes alienados
Como um crédito sem rótulo
Mostrando-me a razão da vida


Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional. 
 
 
Gernaide Cezar
Enviado por Gernaide Cezar em 23/06/2019
Alterado em 30/06/2019


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