Gernaide Cezar
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Tinha um amor
 

Guardava na gaveta do meu sonho    
Passado num tempo entreaberto
Que confortava o silêncio da noite
Pertinho do olhar submisso do vento
 
Tinha uma prece na caricia plena
Que dilatava o orvalho em lágrimas
De um amor perdido na dúvida das horas
Que ofuscava a ânsia dos errantes
 
O tempo era caprichoso revestia o amor
Na sombra cuidadosa da relíquia
Sem afeto perdi de nós os amores
Que vacilava na conjectura dos meus versos
                                 
Sentia o prestígio da rosa em cantos
Era todo amor que eu tinha em mim
Propagava-se na pele da alma em vida
E na pressa do tempo virou poesia



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Gernaide Cezar
Enviado por Gernaide Cezar em 31/07/2019
Alterado em 04/08/2019


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